João Paulo's profileDiário De um Anjo CaídoPhotosBlogLists Tools Help

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    May 14

    FEEL AGAIN

    JOHN JOHN escrevendo Do quarto verde.... encanado com a vida

     

    Os ventos indicam direções..só falta um sinal... uma palavra.. um gesto

    Quem sabe apenas uma imagem estática

    O jeito que as sombras batem na água

    O jeito que alinhei meus sapatos..

    O sinal pode virde qquer jeito...em qquer lugar

    Sinto chegando, tenho medo pois tudo terá de mudar novamente

    A vida dá medo?!

    Pergunta idiota.... qdo vale a pena sim!

    Quero livrar-me de tudo que não me pertence...

    Quero me livrar do meu eu que insiste em ficar nos olhos alheios..

    Sou mais do que tudo que já fui... mudo a cada segundo

    Nada melhor do que tudo novo

    Para começar algo perfeito, com tudo oq aprendi

    Falta vc ao meu lado... mas não se pode ter tudo, não é?

    Just let your lifeline show

    Quero VIDA

    Quero seguir o caminho de Buda, De Cristo

    quero que as ondas me levem

    quero que o vento sopre... dando-me O sinal

    Aos amores antigos, aos amigos ausentes, aos amigos mortos

    A estação das brumas...e que cada um dê ao Diabo aquilo que lhe é de direito.

     

    PS: Na foto uma homenagem ao Filme C.R.A.Z.Y.,que assisti hj: incrivel!

    FEEL

    JOHN JOHN escrevendo Do quarto verde.... encanado com a vida

     

    Os ventos indicam direções..só falta um sinal... uma palavra.. um gesto

    Quem sabe apenas uma imagem estática

    O jeito que as sombras batem na água

    O jeito que alinhei meus sapatos..

    O sinal pode virde qquer jeito...em qquer lugar

    Sinto chegando, tenho medo pois tudo terá de mudar novamente

    A vida dá medo?!

    Pergunta idiota.... qdo vale a pena sim!

    Quero livrar-me de tudo que não me pertence...

    Quero me livrar do meu eu que insiste em ficar nos olhos alheios..

    Sou mais do que tudo que já fui... mudo a cada segundo

    Nada melhor do que tudo novo

    Para começar algo perfeito, com tudo oq aprendi

    Falta vc ao meu lado... mas não se pode ter tudo, não é?

    Just let your lifeline show

    Quero VIDA

    Quero seguir o caminho de Buda, De Cristo

    quero que as ondas me levem

    quero que o vento sopre... dando-me O sinal

    Aos amores antigos, aos amigos ausentes, aos amigos mortos

    A estação das brumas...e que cada um dê ao Diabo aquilo que lhe é de direito.

     

    PS: Na foto uma homenagem ao Filme C.R.A.Z.Y.,que assisti hj: incrivel!

    May 01

    Lucifer

    As Litanias de Satã

    Ó tu, o Anjo mais belo e também o mais culto,
    Deus que a sorte traiu e privou do seu culto,
    Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!

    Ó Príncipe do exílio a quem alguém fez mal,
    E que, vencido, sempre te ergues mais brutal,

    Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!

    Tu que vês tudo, ó rei das coisas subterrâneas,
    Charlatão familiar das humanas insânias,

    Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!

    Tu que, mesmo ao leproso, ao paria infame, ao réu
    Ensinas pelo amor às delícias do Céu,

    Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!

    Tu que da morte, tua velha e forte amante,
    Engendraste a Esperança, - a louca fascinante!

    Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!

    Tu que dás ao proscrito esse alto e calmo olhar
    Que faz ao pé da forca o povo desvairar,

    Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!

    Tu que sabes onde é que em terras invejosas
    O Deus ciumento esconde as pedras preciosas.

    Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!

    Tu cuja larga mão oculta os precipícios,
    Ao sonâmbulo a errar na orla dos edifícios,

    Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!

    Tu que, magicamente, abrandas como mel
    Os velhos ossos do ébrio moído num tropel,

    Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!

    Tu, que ao homem que é fraco e sofre deste o alvitre
    De poder misturar ao enxofre o salitre,

    Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!

    Tu que pões tua marca, ó cúmplice sutil,
    Sobre a fronte do Creso implacável e vil,

    Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!

    Tu que, abrindo a alma e o olhar das raparigas a ambos
    Dás o culto da chaga e o amor pelos molambos,

    Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!

    Do exilado bordão, lanterna do inventor,
    Confessor do enforcado e do conspirador,

    Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria!

    Pai adotivo que és dos que, furioso, o Mestre
    O deus Padre, expulsou do paraíso terrestre

    Tem piedade, ó Satã, desta longa miséria !